Tudo o que você precisa saber sobre refinanciamento

Márcio Alaor de Araujo
Márcio Alaor de Araujo

Para o empresário Marcio Alaor de Araujo, o refinanciamento de um empréstimo pode ser uma ótima opção de crédito se você necessita reorganizar e dar um novo rumo às finanças, pois com ele é possível tanto melhorar as condições que outrora foram contratadas, quanto reduzir a taxa de juros, por exemplo.

Mas, é claro, que há momentos ideais para fazer isso, ou seja, não é possível ser contemplado com um empréstimo hoje e no dia seguinte já querer fazer o refinanciamento, por exemplo. Por esse motivo, se você gostaria de saber mais sobre esse assunto, Marcio Alaor de Araujo te ajuda, através desse artigo, a entender. Confira!

Afinal, o que é refinanciar?

Em primeiro lugar, o acionista Marcio Alaor de Araujo explica que refinanciar um empréstimo consiste, basicamente, em trocar os acordos de um crédito antigo por novos. Na prática, é a alteração de contrato do empréstimo, na mesma instituição, claro, no qual serão alterados os prazos, valores e outros pontos a serem discutidos e que for de interesse do contratante.

Quem deve refinanciar?

Desse modo, apesar de qualquer pessoa que tenha realizado um empréstimo ter a possibilidade de refinanciá-lo, há contratantes que melhor se beneficiam dessa alternativa. Em outras palavras, Marcio Alaor de Araujo explica que se você contratou um empréstimo com taxas de juros muito altas ou com taxas prefixadas, por exemplo, recorrer ao refinanciamento pode ser, então, a solução. 

Além disso, Marcio Alaor de Araujo explica ainda, que não são apenas empréstimos destinados para o financiamento de um veículo ou imóvel, por exemplo, que podem ser refinanciados. Pelo contrário, o refinanciamento serve, inclusive, para as modalidades de crédito mais comuns, como é o caso do cheque especial e do cartão de crédito.

E há vantagens no refinanciamento?

Outro ponto importante, é o fato de que o refinanciamento é super vantajoso, de modo que quase não possui desvantagens. Os motivos para isso são óbvios: taxas mais baixas e prazos reduzidos ou mantidos. Isso porque, Marcio Alaor de Araujo, comenta por fim, que ao fazer o refinanciamento, é dada uma garantia ao banco ou instituição financeira, o que faz com que o risco de inadimplência seja menor.

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