Divulga na Internet NotíciasDivulga na Internet Notícias
  • Home
  • Notícias
  • Brasil
  • Famosos
  • Tech
  • Sobre Nós
Font ResizerAa
Divulga na Internet NotíciasDivulga na Internet Notícias
Font ResizerAa
  • Home
  • Notícias
  • Brasil
  • Famosos
  • Tech
  • Sobre Nós
  • Home
  • Notícias
  • Brasil
  • Famosos
  • Tech
  • Sobre Nós
Divulga na Internet Notícias > Blog > Notícias > Conta de luz em alta e juros no teto: por que o consórcio de energia solar ganhou força em 2026 com Tiago Oliva Schietti
Notícias

Conta de luz em alta e juros no teto: por que o consórcio de energia solar ganhou força em 2026 com Tiago Oliva Schietti

Diego Velázquez
Por Diego Velázquez 29 de junho de 2026 7 Min de leitura
Compartilhar
7 Min de leitura
Tiago Oliva Schietti
Tiago Oliva Schietti
Compartilhar

A conta de energia elétrica tornou-se um dos gastos fixos mais pressionados para famílias e empresas brasileiras em 2026. Com tarifas que já superam R$1,00 por kWh em diversas distribuidoras e reajustes projetados acima da inflação, instalar um sistema fotovoltaico deixou de ser uma opção de consciência ambiental e passou a ser uma decisão financeira objetiva. O problema, para a maioria das famílias, é o custo inicial do sistema, que varia de R$ 15 mil a R$ 80 mil, dependendo do porte da instalação. O empresário Tiago Oliva Schietti identifica nesse cenário uma confluência precisa entre a demanda crescente por energia solar e as características estruturais do consórcio como ferramenta de acesso sem juros. O consórcio de energia solar vem crescendo de forma expressiva justamente porque resolve os dois problemas ao mesmo tempo: elimina os juros do financiamento e viabiliza a instalação para quem não tem o valor à vista.

Contents
Por que o custo inicial da energia solar ainda trava a decisão?Como o consórcio de energia solar funciona na prática?A economia dupla que torna o cálculo favorávelO marco regulatório que cria urgência na decisão

Interessado em saber mais? Confira a seguir!

Por que o custo inicial da energia solar ainda trava a decisão?

O Brasil consolidou-se como o sexto maior mercado global de energia solar e líder absoluto na América Latina, sendo responsável por 70% da capacidade instalada na região. Em dezembro de 2024, o Brasil chegou a 13,2 milhões de sistemas fotovoltaicos instalados, com 1,5 milhão de consumidores beneficiados remotamente. Mesmo com esse crescimento expressivo, o acesso ainda é limitado pelo investimento inicial elevado.

Para quem recorre ao financiamento bancário para custear a instalação, o custo dos juros em 2026 compromete parte significativa da economia gerada pelos painéis. Para um sistema de energia solar residencial de R$ 40 mil instalado, a diferença entre o consórcio e o financiamento pode superar R$ 20 mil ao longo de 48 meses, valor que poderia ser reinvestido ou utilizado para ampliar o projeto solar. Como reflete Tiago Oliva Schietti, essa diferença de custo é o argumento mais concreto para avaliar o consórcio antes de recorrer ao crédito bancário para esse tipo de aquisição.

Como o consórcio de energia solar funciona na prática?

O consórcio de energia solar opera dentro da modalidade de consórcio de serviços, regulada pelo Banco Central da mesma forma que os consórcios de imóveis e veículos. O funcionamento básico é idêntico ao consórcio tradicional: o participante se junta a um grupo, paga parcelas mensais e concorre à contemplação por sorteio ou lance. A diferença está no destino da carta de crédito, que pode ser direcionada para painéis fotovoltaicos, inversores, cabos, estruturas de fixação, instalação completa, projeto de engenharia e homologação junto à distribuidora.

Tiago Oliva Schietti
Tiago Oliva Schietti

Após a contemplação, o crédito é liberado para aquisição do sistema junto a um fornecedor com CNPJ ativo e cadastro regularizado, verificado pela administradora antes da liberação dos recursos. O consórcio surge como alternativa importante para essa expansão, pois permite que mais pessoas e empresas invistam, mesmo sem capital imediato, tornando real a produção própria de energia. Conforme indica Tiago Oliva Schietti, a combinação entre ausência de juros e parcelas fixas transforma o consórcio em um instrumento particularmente adequado para um investimento com retorno mensurável desde o primeiro mês de funcionamento do sistema.

A economia dupla que torna o cálculo favorável

Um aspecto pouco explorado na avaliação do consórcio de energia solar é a lógica de economia simultânea que ele gera. A instalação do sistema fotovoltaico reduz a conta de luz imediatamente após a ativação, mesmo enquanto as parcelas do consórcio ainda estão sendo pagas. Se o participante paga R$ 950 por mês de parcela do consórcio e economiza R$ 650 por mês na conta de luz, o custo líquido real é de apenas R$ 300 por mês. Ao final do consórcio, o participante tem um sistema próprio que continua gerando economia por mais 20 a 25 anos.

Além da economia na conta de energia, há um efeito de valorização patrimonial. Casas com sistema solar instalado se valorizam entre 10% e 15% em relação a imóveis similares sem o sistema. Para uma casa de R$ 600 mil, isso representa um acréscimo potencial de R$ 60 mil a R$ 90 mil, bem acima do custo de instalação. Como transmite Tiago Oliva Schietti, essa combinação entre economia operacional, valorização do imóvel e ausência de juros posiciona o consórcio de energia solar como um dos casos mais completos de retorno financeiro dentro do universo de consórcios de serviços disponíveis no mercado em 2026.

O marco regulatório que cria urgência na decisão

Um detalhe regulatório relevante afeta diretamente o cálculo de quem está avaliando instalar energia solar em 2026. A Lei 14.300/2022 estabeleceu o marco regulatório da geração distribuída no Brasil. A partir de 2026, sistemas instalados passam a pagar gradualmente o chamado Fio B, relativo ao uso da rede de distribuição. Quem instalar o sistema antes terá isenção até 2045. 

Isso significa que, quanto mais cedo a instalação ocorrer, maior será a economia acumulada ao longo das próximas décadas, pois o participante garante o benefício da isenção por um período mais longo. Na avaliação de Tiago Oliva Schietti, esse fator regulatório transforma o consórcio de energia solar de uma decisão conveniente em uma decisão com janela temporal definida, o que reforça a pertinência de avaliar a adesão ao sistema ainda em 2026.

Tag:>O que aconteceu com Tiago Oliva SchiettiQuem é Tiago Oliva SchiettiTiago Oliva SchiettiTiago Oliva Schietti CVMTiago SchiettiTiago Schietti CVMTudo sobre Tiago Oliva Schietti
Compartilhe este artigo
Facebook Twitter Copie o link Print
Tiago Oliva Schietti
Conta de luz em alta e juros no teto: por que o consórcio de energia solar ganhou força em 2026 com Tiago Oliva Schietti
Notícias
Brasil na Copa 2026: o que está em jogo na terceira rodada contra a Escócia
Brasil
O que é a Copa do Mundo com 48 seleções e como esse novo formato está mudando o futebol global
Notícias
Inteligência artificial em 2026: quando a tecnologia deixa de ser tendência e passa a ser infraestrutura
Tech
Bruna Marquezine e Shawn Mendes: o romance que virou símbolo de geração entre Brasil e Estados Unidos
Famosos
Cristiane Ruon dos Santos
Estilo e responsabilidade: o impacto positivo da moda sustentável em sua vida
Notícias
Márcio Velho da Silva
Desafios do saneamento: descubra como municípios podem superar a crise e garantir qualidade de vida 
Notícias
Ernesto Kenji Igarashi
O que o grupo de armamento e tiro da PF São Paulo revela sobre a evolução do tiro policial?
Notícias

Você também pode gostar

Notícias

Google revela assistente que descreve objetos e robô que cria vídeos a partir de texto

Por Diego Velázquez
Marcelo Salgueiro Bruno
Notícias

Treinamento funcional: uma abordagem eficaz para melhorar a qualidade de vida

Por Diego Velázquez
Rodrigo Ribeiro Credidio
Notícias

A chave para uma recuperação bem-sucedida: confira nossas dicas essenciais pós-abdominoplastia

Por Diego Velázquez
Notícias

Dicas no desenvolvimento do olfato para apreciar um bom vinho

Por Diego Velázquez

Divulga na Internet – [email protected]
 tel.(11)91754-6532

SOBRE

Notícias Divulgando na Web é seu ponto de referência para as últimas notícias e tendências que estão moldando o mundo digital. Com uma abordagem atual e abrangente, oferecemos análises profundas, reportagens exclusivas e insights sobre tecnologia, internet e mídia. 

Bruno Garcia Redondo esclarece a diferença entre posse e propriedade no direito civil e sua importância nas disputas jurídicas.
Qual é a diferença entre posse e propriedade no direito civil? Descubra agora!
14 de julho de 2025
Descubra com Leonardo Manzan os desafios legais do autoconsumo coletivo e como mitigar riscos tributários nesse modelo inovador.
Geração de energia para autoconsumo coletivo: implicações jurídicas e tributárias do modelo compartilhado
24 de julho de 2025
  • Home
  • Notícias
  • Quem faz
  • Contato
  • Sobre Nós
Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?